Ir à loja do meu irmão... Coisa que não faço muitas vezes, porque não gosto de interromper o trabalho dele. E, por falar no trabalho do Brian, nunca tive a oportunidade de dizer o orgulho que tenho nele. Pode ter que, por vezes, tatuar desenhos dos quais não gosta pessoalmente, mas nota-se sempre o seu traço característico.
À tempos encontrei um caderno no antigo quarto dele lá em casa, cheio de tatuagens criadas por ele, e fiquei maravilhada com aquilo que vi. Aquilo era mesmo a paixão do meu irmão, cada página, cada desenho, cada traço... A vida dele.
Não. Apesar de ter um irmão tatuador e cheio de tatuagens, nunca fiz nenhuma. Porquê? Não sei explicar muito bem. Por um lado acho que não é particularmente o meu estilo, no entanto acho que o que mais me influencia, é o facto de que os meus pais não aprovariam de todo a tatuagem, tal como não aprovaram as do meu irmão. E, por isso, tenho medo de os desiludir se tomasse tal decisão.
Bem, mas o que interessa realmente é que assim que cheguei à loja, o colega do meu irmão informou-me que ele estava ocupado naquele momento, mas que terminaria em 15 minutos.
E foi nesses 15 minutos que apareceu o clique que eu à muito esperava.
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